Minha sogra, muito sabiamente, disse: "El problema no es lo que tuvo tu nena, pero lo que le quedó".
Lo que tuvo: Febre, muita febre, 39, 40 graus! Durante três dias, desde domingo à noite até quarta de tarde. E foi só febre, que só baixava a base de remédio, sem nenhum outro sintoma. Se o efeito já tivesse passado, lá vinha ela de novo, rápida e rasteira, derrubando meu bebê. Quando a febre baixava, Marina ficava ótima. Quando subia, ela chumbava, ficava caidinha e manhosa.
Lo que le quedó: A febre já se foi. A última vez foi na quarta, antes do almoço, mesmo assim não chegou nem a 38. Aí, inocentemente, você pensa: ufa, ainda bem que ela está melhor. O pior já passou. E eu te digo: oi? O pior já passou? Foi-se a febre, ficou a manha. E de um tamanho... Imagina só, a criança está manhosa até na creche! Não é só comigo. Não sei o que está incomodando a pequena, mas tem alguma coisa aí. Tem que ter. Não pode ser normal.
Ela está no meu colo e chora "papai, papai, papai". Vai com o pai e chora "mamãe, mamãe, mamãe". Estamos na sala e ela se joga em direção ao quarto. Chegamos no quarto e ela se joga em direção à sala. Ela pede água, dou o copo e ela joga o copo longe. Alguns podem dizer que é a aproximação dos terrible twos. Não acredito. Para mim, é fase, fase pós-doença, fase que passa rápido, muito rápido, amanhã peloamordedeus.
No meio de tudo isso, o marido ainda vai viajar, para passar uma semana fora. Uma semana! Força na peruca e pensamento positivo!
Mostrando postagens com marcador Doença. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doença. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
O ar que eu respiro
Quando eu era adolescente, na época do colégio, tinha altas crises de falta de ar. Nunca descobrimos o motivo real, mas sempre culpávamos meu coraçãozinho, afinal o sopro tinha que se fazer notar, nem que fosse através de falta de ar. Lembro que era ruim e eu não sabia lidar muito bem com isso. Ficava nervosa, o que acabava exacerbando o quadro e criando uma verdadeira cena, com direito a lágrimas, copo de água e ligação para a mãe.
Mesmo depois do colégio, ainda tive algumas vezes, mas nada muito marcante. Só lembro bastante da sensação de não conseguir encher o pulmão de ar e de sentir muita, mas muita vontade de bocejar.
Fazia tempo que eu não sentia isso, até ficar longe...
Lá em São Paulo, percebi que eu estava sentindo a mesma falta de ar dos meus quinze anos. Achei que podia ser certo nervoso e apreensão por estar longe da Marina, além de saudade, claro! Cheguei, matei saudade, beijei, apertei, e continuei com falta de ar...
Então, bem-vinda de volta, falta de ar. Como diria minha mãe, estou suspirenta. Até quando, não sei. Espero que seja breve.
Lá em São Paulo, percebi que eu estava sentindo a mesma falta de ar dos meus quinze anos. Achei que podia ser certo nervoso e apreensão por estar longe da Marina, além de saudade, claro! Cheguei, matei saudade, beijei, apertei, e continuei com falta de ar...
Então, bem-vinda de volta, falta de ar. Como diria minha mãe, estou suspirenta. Até quando, não sei. Espero que seja breve.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
O pediatra
Ainda no tema médicos e doenças, há dois meses atrás, trocamos de pediatra. A história toda foi assim:
No parto, quem acompanhou com o médico indicado pela minha obstetra. Na verdade, era para ter sido o pai dele, mas o pai estava viajando, então foi o moleque, quer dizer menino, quer dizer filho... Preciso falar mais? O garoto me passava zero confiança, era caro à beça, na Barra e pronto, não! Fomos nele na consulta aos 15 dias e com um mês. Depois disso, partimos para outra.
Sobre a segunda, médica do plano, falei brevemente aqui. Nunca morri de amores, mas também não odiava. Até o dia em que ela não atendeu uma ligação minha. Não sei se foi azar (ou sorte), mas tenho uma amiga que também leva o filho nela e nunca teve esse problema. Enfim, depois disso, fiz uma ampla consulta com várias mães (umas 12) e todas, exceto duas, levavam os filhos em médicos particulares. Aí, diante da minha insatisfação com a segunda médica, partimos em busca do terceiro.
Minha mãe sempre morreu de amores pelo meu pediatra, e vivia me dizendo para ir nele (ou no filho dele). Como eram particulares, e eu tinha o meu ex-discurso pró médicos do plano, sempre dixavei. Até o dia em que sucumbi e resolvi dar o braço a torcer. Mas preferi escolher o filho ao pai. Agora, posso dizer: amo meu pediatra! Pago caro, ligo sem culpa, mando mensagem, sempre que julgo necessário!
Pena só que o Dani implicou com ele... Logo que começamos a ir lá foi justamente quando a Marina começou a ficar doente. Mas sei que essa implicância vai passar. Mês que vem ele vai lá comigo, conhece o médico e se apaixona também! (Só fico com medo de fazer essa propaganda toda e depois ele se decepcionar... Vai que...)
No parto, quem acompanhou com o médico indicado pela minha obstetra. Na verdade, era para ter sido o pai dele, mas o pai estava viajando, então foi o moleque, quer dizer menino, quer dizer filho... Preciso falar mais? O garoto me passava zero confiança, era caro à beça, na Barra e pronto, não! Fomos nele na consulta aos 15 dias e com um mês. Depois disso, partimos para outra.
Sobre a segunda, médica do plano, falei brevemente aqui. Nunca morri de amores, mas também não odiava. Até o dia em que ela não atendeu uma ligação minha. Não sei se foi azar (ou sorte), mas tenho uma amiga que também leva o filho nela e nunca teve esse problema. Enfim, depois disso, fiz uma ampla consulta com várias mães (umas 12) e todas, exceto duas, levavam os filhos em médicos particulares. Aí, diante da minha insatisfação com a segunda médica, partimos em busca do terceiro.
Minha mãe sempre morreu de amores pelo meu pediatra, e vivia me dizendo para ir nele (ou no filho dele). Como eram particulares, e eu tinha o meu ex-discurso pró médicos do plano, sempre dixavei. Até o dia em que sucumbi e resolvi dar o braço a torcer. Mas preferi escolher o filho ao pai. Agora, posso dizer: amo meu pediatra! Pago caro, ligo sem culpa, mando mensagem, sempre que julgo necessário!
Pena só que o Dani implicou com ele... Logo que começamos a ir lá foi justamente quando a Marina começou a ficar doente. Mas sei que essa implicância vai passar. Mês que vem ele vai lá comigo, conhece o médico e se apaixona também! (Só fico com medo de fazer essa propaganda toda e depois ele se decepcionar... Vai que...)
terça-feira, 9 de abril de 2013
Creche X doença
Uma vez, me disseram que a média era a seguinte: 3 semanas na creche para 1 semana em casa. E eu dizia: "nada disso, a Marina não fica doente..." Até pouco tempo atrás ela nunca tinha nem faltado a creche. Pois é, falei cedo demais, né? Ainda não acredito que a proporção seja essa, mas sei que é melhor não arriscar.
Aí, sabe aquela mãe super segura, que achava babá a pior coisa do mundo (eu!)? Então, a filha fica doente 3 vezes em um mês, ela começa a ir ao médico de 15 em 15 dias e começa a se questionar: será que não é melhor deixar em casa com babá?
É nessa hora que eu preciso de amigas, de pessoas sensatas que me digam que não, que creche é a melhor opção, que toda criança fica doente, que ela ficaria doente de qualquer maneira, mesmo sem estar na creche. Amigas???
Aí, um dia, chega um recado da escola dizendo que há uma criança do B1 (berçário 1) afastada por pediculose (piolho, para os leigos). É isso mesmo! Piolho no berçário 1, bebês com menos de 1 ano. Quase surtei! Vasculhei toda a cabeça da Marina, seus lindos e finos fios de cabelo aloirado (ou arruivado). Não achei nada, só umas casquinhas (dermatite seborreica. Segundo o médico, é normal, pode tirar as casquinhas com um oleozinho, tipo da Granado). Mas ainda não me dei por vencida. Vou continuar procurando!
Amigas???
Aí, sabe aquela mãe super segura, que achava babá a pior coisa do mundo (eu!)? Então, a filha fica doente 3 vezes em um mês, ela começa a ir ao médico de 15 em 15 dias e começa a se questionar: será que não é melhor deixar em casa com babá?
É nessa hora que eu preciso de amigas, de pessoas sensatas que me digam que não, que creche é a melhor opção, que toda criança fica doente, que ela ficaria doente de qualquer maneira, mesmo sem estar na creche. Amigas???
Aí, um dia, chega um recado da escola dizendo que há uma criança do B1 (berçário 1) afastada por pediculose (piolho, para os leigos). É isso mesmo! Piolho no berçário 1, bebês com menos de 1 ano. Quase surtei! Vasculhei toda a cabeça da Marina, seus lindos e finos fios de cabelo aloirado (ou arruivado). Não achei nada, só umas casquinhas (dermatite seborreica. Segundo o médico, é normal, pode tirar as casquinhas com um oleozinho, tipo da Granado). Mas ainda não me dei por vencida. Vou continuar procurando!
Amigas???
domingo, 7 de abril de 2013
Nove meses, uma bronquiolite e uma otite
Aos oito meses, tivemos a primeira virose. Aí, depois disso, o bebê que nunca ficava doente resolveu cair no maior dengo (mas sem dengue, pelamordedeus!). Mas vamos aos poucos.
Primeiro, veio a bronquiolite. Depois de (ou durante) um fim de semana em Itaipava, com direito a sol forte e piscina gelada. (Segundo o médico novo - já conto! -, essa não foi a causa, pode ter sido, no máximo, o catalizador). Tosse, muita coriza (catarro, para os leigos), febre e bebê bem caidinho. Com menos de um ano, pouco a se fazer, pouco remédio a tomar, era mais esperar passar (o que, by the way, enlouquece o Dani...). O único que tínhamos a fazer mesmo era a nebulização. Foram duas primeiras experiências péssimas. E chora, e vira a cara, e reluta em enfiar o rosto na mascarinha. Enfim, nada fácil. Aí, eis que na terceira vez o papai resolve interceder. E a nebulização vira a maior farra. Mamãe nebuliza, papai nebuliza, Nini nebuliza, é a família toda nebulizando junto, é geral brincando de nebulizar, cantando música, inventando letra. Resultado: a nebulização virou a maior diversão, não só dessa vez, mas em todas as outras. Com direito a Marina puxando a máscara para junto do rostinho, lambendo todo o vaporzinho! Me diz se esse bebê não é um sonho? Mas aí a febre passou, só que a coriza e a tosse ficaram. Por mais duas semanas.
Então, duas semanas depois, voltou a febre, dessa vez chegando a 39.7. Momento de terror de pânico ao receber a ligação da creche, durante o trabalho, dizendo que a Marina estava com quase 40 graus de febre. Fui correndo buscar ela e fomos direto para o médico. Diagnóstico: otite (inflamação no ouvido para os leigos). Solução: primeiro antibiótico da vida! Mas ainda não posso contar o desfecho, porque isso foi ontem... Só estamos no segundo dia do antibiótico, e hoje ela ainda teve febre duas vezes (de manhã e de tarde). Daqui a 10 dias, quando terminar o antibiótico, voltamos ao médico para uma revisão. De dedos cruzados para não ter mais nada!
Então, duas semanas depois, voltou a febre, dessa vez chegando a 39.7. Momento de terror de pânico ao receber a ligação da creche, durante o trabalho, dizendo que a Marina estava com quase 40 graus de febre. Fui correndo buscar ela e fomos direto para o médico. Diagnóstico: otite (inflamação no ouvido para os leigos). Solução: primeiro antibiótico da vida! Mas ainda não posso contar o desfecho, porque isso foi ontem... Só estamos no segundo dia do antibiótico, e hoje ela ainda teve febre duas vezes (de manhã e de tarde). Daqui a 10 dias, quando terminar o antibiótico, voltamos ao médico para uma revisão. De dedos cruzados para não ter mais nada!
quarta-feira, 6 de março de 2013
Oito meses e uma virose
Dizem que é só a criança entrar na creche para ficar doente. Já ouvi até que, na média, são três semanas por mês na creche e uma em casa, doente. Lá em casa, nunca seguimos essa regra. Marina nunca deixou de ir à creche por motivo de saúde. Até teve uma febrinha modesta uma vez (o suficiente para preocupar os pais), mas, no CEL, eles avaliam o bem-estar da criança, e não a temperatura, já que, em termos de transmissão e contaminação às outras crianças, o vírus já estava lá, incumbado, bem antes de a febre aparecer.
Até que, um belo dia, a pequena cheerleader, que acorda todo dia sorridente e cheia de energia, despertou meio chorona e reclamenta. Até aí, tudo bem. Afinal, todo mundo tem os seus dias...
Eu fui me arrumar e a Renata, minha super secretária (tirem o olho grande!) deu a mamadeira para ela. Como estava no banho, não vi o momento em que tudo aconteceu, mas ela vomitou todo o leite... Mas depois parecia que nada tinha acontecido. Voltou a alegria costumeira, embora estivesse um pouquinho mais dengosa. Levei para a creche, avisei do ocorrido e deixei a pequena lá. Meia hora depois, me ligam. Tinha vomitado o suco também.
Liguei para o meu médico novo (amando!), que me atendeu na hora. Passou um remédio e instruções. Peguei a pequena e passamos o dia juntas, sem mais percalços. Sexta-feira, normal. Fomos ao médico (na consulta marcada desde o mês anterior) e ele disse que ela estava bem. Não sabia o que tinha causado os vômitos. Podia ser muita coisa. Podia até ser uma... tcharam! Virose!
Aí, no sábado, foi a minha vez de presenciar todo o suquinho de mamão com laranja pelo chão da sala. Confesso que é um momento muito impressionante. Fiquei completamente estática com a Marina nos braços. E depois do incidente, mais sorrisos! Como pode? Por sorte, do mesmo jeito que chegou, foi-se embora, para alívio dos pais!
Até que, um belo dia, a pequena cheerleader, que acorda todo dia sorridente e cheia de energia, despertou meio chorona e reclamenta. Até aí, tudo bem. Afinal, todo mundo tem os seus dias...
Eu fui me arrumar e a Renata, minha super secretária (tirem o olho grande!) deu a mamadeira para ela. Como estava no banho, não vi o momento em que tudo aconteceu, mas ela vomitou todo o leite... Mas depois parecia que nada tinha acontecido. Voltou a alegria costumeira, embora estivesse um pouquinho mais dengosa. Levei para a creche, avisei do ocorrido e deixei a pequena lá. Meia hora depois, me ligam. Tinha vomitado o suco também.
Liguei para o meu médico novo (amando!), que me atendeu na hora. Passou um remédio e instruções. Peguei a pequena e passamos o dia juntas, sem mais percalços. Sexta-feira, normal. Fomos ao médico (na consulta marcada desde o mês anterior) e ele disse que ela estava bem. Não sabia o que tinha causado os vômitos. Podia ser muita coisa. Podia até ser uma... tcharam! Virose!
Aí, no sábado, foi a minha vez de presenciar todo o suquinho de mamão com laranja pelo chão da sala. Confesso que é um momento muito impressionante. Fiquei completamente estática com a Marina nos braços. E depois do incidente, mais sorrisos! Como pode? Por sorte, do mesmo jeito que chegou, foi-se embora, para alívio dos pais!
Assinar:
Postagens (Atom)
