Atualmente, estou trabalhando em casa, terminando uns freelas pendentes antes de voltar ao trabalho em definitivo, fora de casa, longe da cria! Mas isso é história para mais adiante, quando eu souber como vai ser, o que vai acontecer e onde vai doer. (Provavelmente no coração!)
Por enquanto, fico sentada na mesa da sala, trabalhando, enquanto a Marina ora dorme, ora mama, ora chora e ora brinca com a babá. O dia segue normalmente, como se eu não estivesse aqui, muito embora eu escute os choros e as risadas. Ao mesmo tempo que é ótimo ouvi-la rindo, dá uma vontade tão grande de ir lá ver aquele sorriso, aquela gengiva sem dente e aqueles olhinhos apertados que fico quase triste.
Já quando ela chora, tento ficar impassível, como se eu não estivesse aqui. Mas estou, né?! Então, me forço a ficar quieta. Até agora, nunca precisei intervir, a não ser quando eu quero! E posso querer tanto num momento de choro quanto de riso. É uma delícia!
Mas, ai, que medo. Ai, que saudades eu vou sentir de poder intervir! Já vejo aquela tsunami de culpa prontinha para me engolir. Quem me segura?
domingo, 7 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
3 meses e a maternidade
Mais um mês se foi! E mais alegria encheu as nossas vidas, e de todos cercados pela Marina!
Cada descoberta, cada sorriso, cada choro, cada dia. É sempre melhor!
Dizem que, quando nasce um bebê, nasce uma mãe. Concordo e discordo da frase. Na verdade, discordo apenas do advérbio de tempo. Acho que as duas coisas não acontecem ao mesmo tempo. Até hoje, em alguns momentos, saio sozinha e ainda é estranho lembrar que tenho filho, que não sou mais livre, leve e solta, que não posso mais fazer o der na telha, que tem um bebê lindo que depende inteiramente de mim. É maravilhoso. E estranho também. Isso não me assusta, como já ouvi muita mãe dizer. Me causa estranheza, mais que nada. Me sinto mãe, sim, mas também me sinto brincando de boneca! O melhor é que a minha boneca é a mais linda e maravilhosa do mundo! Obrigada, Dani, você acertou em cheio no presente! ;-)
Vou lá brincar com a minha bonequinha e aprender a ser mãe mais um pouquinho!
Cada descoberta, cada sorriso, cada choro, cada dia. É sempre melhor!
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| By dinda! (lindo como sempre) |
Dizem que, quando nasce um bebê, nasce uma mãe. Concordo e discordo da frase. Na verdade, discordo apenas do advérbio de tempo. Acho que as duas coisas não acontecem ao mesmo tempo. Até hoje, em alguns momentos, saio sozinha e ainda é estranho lembrar que tenho filho, que não sou mais livre, leve e solta, que não posso mais fazer o der na telha, que tem um bebê lindo que depende inteiramente de mim. É maravilhoso. E estranho também. Isso não me assusta, como já ouvi muita mãe dizer. Me causa estranheza, mais que nada. Me sinto mãe, sim, mas também me sinto brincando de boneca! O melhor é que a minha boneca é a mais linda e maravilhosa do mundo! Obrigada, Dani, você acertou em cheio no presente! ;-)
Vou lá brincar com a minha bonequinha e aprender a ser mãe mais um pouquinho!
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
O despertar
Adoro acordar depois da Marina. Ela acorda e fica sozinha no berço, quietinha, em silêncio, observando e explorando o mundo ao seu redor, olhando para o teto, comendo a mão, se descobrindo. Acho tão importante a criança e o bebê, desde pequenino, saber ficar sozinho, acordado, sem requisitar a presença de um adulto o tempo todo. Todo mundo tem que se curtir, até minha mínima!
Hoje, quando acordei, ela já tinha despertado e estava se mexendo no berço, tranquila. Foi só eu chegar perto para ela abrir aquele sorrisão lindo, que, mesmo sem palavras, dizia: "Bom dia, mamãe. Estou aqui para fazer a sua vida mais feliz hoje e sempre!"
E bom dia para todos!
Hoje, quando acordei, ela já tinha despertado e estava se mexendo no berço, tranquila. Foi só eu chegar perto para ela abrir aquele sorrisão lindo, que, mesmo sem palavras, dizia: "Bom dia, mamãe. Estou aqui para fazer a sua vida mais feliz hoje e sempre!"
E bom dia para todos!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Carpe Diem x Passa tão rápido...
Quando outras mães olham para você com um bebezinho no colo, a reação é sempre a mesma: que saudade! Adorava ter bebê no colo. Passa tão rápido!
Ok para a saudade e ok para gostar de segurar bebê. Eles são muito fofos mesmo. Agora, já sobre o passar rápido, ah mas não passa não!
Pode até parecer que o tempo voa quando não é com a gente, mas com a gente é diferente. Por exemplo, uma amiga minha tá gravida. Fiquei sabendo da gravidez quase ontem. E fim de semana passado encontrei com ela, com uma barriga giga. Aposto que, para ela, a gravidez não passou nada rápido. Mas para mim, que estou de fora, sem viver aquele dia a dia, parece que foi ontem.
Os três meses da Marina, como já disse antes, foram os mais intensos da minha vida. Já aconteceu tanta coisa em tão pouco tempo que parece que ela nasceu há pelo menos seis meses. Estou me dedicando a curtir cada momento, a aproveitar os três meses, com o corpinho molengo, os gestos sem jeito, o sorriso gratuito e o peso pena que quase não cansa os braços. Tenho que aproveitar porque isso não volta. Mas, em compensação, vai ter sempre muita coisa nova! É isso que espero! (É por isso que mal posso esperar, embora faça uma força danada para não ficar pensando nisso agora, não querer antecipar as coisas. Tenho que aproveitar minha mini mini enquanto é tempo!)
Então, aviso aos navegantes (e para mim também, já que é importantíssimo não esquecer isso jamais), não vale nem a pena ficar pensando se passa rápido ou não. Temos que viver o aqui e agora intensamente, sem ansiar pelo que está por vir e sem desejar o que já passou. Sei que não é fácil (para mim então, é dificílimo. Quantas vezes já me peguei pensando em como vai ser levar a Marina no teatrinho, jantar todo mundo junto na mesa, viajar com ela...). Mas o lema da humanidade não é carpe diem? Então, carpe diem!
Ok para a saudade e ok para gostar de segurar bebê. Eles são muito fofos mesmo. Agora, já sobre o passar rápido, ah mas não passa não!
Pode até parecer que o tempo voa quando não é com a gente, mas com a gente é diferente. Por exemplo, uma amiga minha tá gravida. Fiquei sabendo da gravidez quase ontem. E fim de semana passado encontrei com ela, com uma barriga giga. Aposto que, para ela, a gravidez não passou nada rápido. Mas para mim, que estou de fora, sem viver aquele dia a dia, parece que foi ontem.
Os três meses da Marina, como já disse antes, foram os mais intensos da minha vida. Já aconteceu tanta coisa em tão pouco tempo que parece que ela nasceu há pelo menos seis meses. Estou me dedicando a curtir cada momento, a aproveitar os três meses, com o corpinho molengo, os gestos sem jeito, o sorriso gratuito e o peso pena que quase não cansa os braços. Tenho que aproveitar porque isso não volta. Mas, em compensação, vai ter sempre muita coisa nova! É isso que espero! (É por isso que mal posso esperar, embora faça uma força danada para não ficar pensando nisso agora, não querer antecipar as coisas. Tenho que aproveitar minha mini mini enquanto é tempo!)
Então, aviso aos navegantes (e para mim também, já que é importantíssimo não esquecer isso jamais), não vale nem a pena ficar pensando se passa rápido ou não. Temos que viver o aqui e agora intensamente, sem ansiar pelo que está por vir e sem desejar o que já passou. Sei que não é fácil (para mim então, é dificílimo. Quantas vezes já me peguei pensando em como vai ser levar a Marina no teatrinho, jantar todo mundo junto na mesa, viajar com ela...). Mas o lema da humanidade não é carpe diem? Então, carpe diem!
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Chacoalha o chocalho
Da série "vai ser mãe só para você ver"!
Sempre abominei chocalho, achava um terror o barulho do brinquedo e achava o próprio brinquedo uma bobeirada. Aí, um belo dia, você tem filho e pronto, seus conceitos mudam e você passa a achar chocalho o máximo, quanto mais retrô melhor. Mas também valem aqueles bem modernos, coloridos, que tem mordedor junto, e até com cara de bichinho.
Pois outro dia, qual não foi a minha surpresa quando me vi entrando numa loja de brinquedos e perguntando se não tinha chocalho. Isso mesmo. Eu fui atrás de um chocalho. A que ponto chegamos? E não tinha... A princípio, eu queria um daqueles bem retrôs, mas, em outra loja, achei um todo modernoso, colorido, lindo! Comprei. E custou caro... E eu adorei! E a Marina também!
(E olha que estou falando de mudança de conceitos apenas em relação a um mero chocalho. Imagina o que mais não vai mudar... Ai meu Deus!)
Sempre abominei chocalho, achava um terror o barulho do brinquedo e achava o próprio brinquedo uma bobeirada. Aí, um belo dia, você tem filho e pronto, seus conceitos mudam e você passa a achar chocalho o máximo, quanto mais retrô melhor. Mas também valem aqueles bem modernos, coloridos, que tem mordedor junto, e até com cara de bichinho.
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| Chocalho retrô da aulinha de yoga |
| Chocalho moderno da Marina com função moderdor |
(E olha que estou falando de mudança de conceitos apenas em relação a um mero chocalho. Imagina o que mais não vai mudar... Ai meu Deus!)
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Sorriguela
Era uma vez um bebê sorridente. Sorria para qualquer um, uma beleza de se ver. Só que o pai do bebê detectou um sério problema: o bebê não tinha nenhum dente, sorria sem dente, logo não podia ser sorridente. O bebê era banguela, sendo, portanto um grande bebê sorriguela!
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
A aposentadoria da concha e do mamatutti
Tudo tem sua hora e chegou a nossa... Depois de um mês amamentando através da sondinha mamatutti, ainda insistindo para que ela sugasse um pouco do meu leite também, por menos que fosse, finalmente a saga chegou ao fim.
Antes de abandonar a amamentação de vez, li alguns relatos de mães sobre o desmame. A maioria é extremamente emotiva e mostra um grande saudosismo da relação mãe e bebê que se estabelece através da amamentação. Durante a maior parte do tempo, quando eu falo sobre o assunto de maneira prática e objetiva, digo que se não deu, não deu. Não adiantava mais insistir, daquela pedra (ou peito) não saia mais leite... E não saía mesmo, como ficou provado da última vez em que usei a bomba. Foi a pedra de cal na minha amamentação. Mas, em outros momentos, mais raros (como agora), quando paro para pensar com calma sobre o assunto, também me bate a mesma nostalgia. Vem uma vontade avassaladora de tentar mais, de insistir, mesmo sabendo que já não adiantaria tanto, que o sacrifício é maior que os benefícios. Será? Viu aí a dúvida? Então, melhor mudar de assunto e ir lá preparar a próxima mamadeira!
Da próxima vez, tem várias coisas que eu gostaria de fazer diferente. Outro dia, estava lendo algo sobre amamentação, que dizia que menos de 5% das mulheres realmente não têm capacidade de produção de leite. Não sei se faço parte dessa estatística, ou se meu leite diminuiu por outros motivos. Só sei que, da próxima vez, vou tentar de novo e vou fazer diferente!
Então, já foram lá para cima do armário meus apetrechos de amamentação: os sutiãs e as conchas. By the way, conchas! Nunca falei disso aqui, mas achei genial! Eu me adaptei super bem (sei que mulheres que não se adaptaram). Tem um monte de vantagens: deixa o bico do seio mais proeminente, para o bebê conseguir puxar melhor, armazena o leite que pinga para que você possa utilizar depois (se a concha tiver sido devidamente esterilizada) e não deixa vazar e molhar a sua roupa toda. Recomendo! Eu usava uma toda rígida, sugerida pela Stephanie.
Antes de abandonar a amamentação de vez, li alguns relatos de mães sobre o desmame. A maioria é extremamente emotiva e mostra um grande saudosismo da relação mãe e bebê que se estabelece através da amamentação. Durante a maior parte do tempo, quando eu falo sobre o assunto de maneira prática e objetiva, digo que se não deu, não deu. Não adiantava mais insistir, daquela pedra (ou peito) não saia mais leite... E não saía mesmo, como ficou provado da última vez em que usei a bomba. Foi a pedra de cal na minha amamentação. Mas, em outros momentos, mais raros (como agora), quando paro para pensar com calma sobre o assunto, também me bate a mesma nostalgia. Vem uma vontade avassaladora de tentar mais, de insistir, mesmo sabendo que já não adiantaria tanto, que o sacrifício é maior que os benefícios. Será? Viu aí a dúvida? Então, melhor mudar de assunto e ir lá preparar a próxima mamadeira!
Da próxima vez, tem várias coisas que eu gostaria de fazer diferente. Outro dia, estava lendo algo sobre amamentação, que dizia que menos de 5% das mulheres realmente não têm capacidade de produção de leite. Não sei se faço parte dessa estatística, ou se meu leite diminuiu por outros motivos. Só sei que, da próxima vez, vou tentar de novo e vou fazer diferente!
Então, já foram lá para cima do armário meus apetrechos de amamentação: os sutiãs e as conchas. By the way, conchas! Nunca falei disso aqui, mas achei genial! Eu me adaptei super bem (sei que mulheres que não se adaptaram). Tem um monte de vantagens: deixa o bico do seio mais proeminente, para o bebê conseguir puxar melhor, armazena o leite que pinga para que você possa utilizar depois (se a concha tiver sido devidamente esterilizada) e não deixa vazar e molhar a sua roupa toda. Recomendo! Eu usava uma toda rígida, sugerida pela Stephanie.
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