Já vou esclarecer logo que não estou ganhando nada com esse post. Quem me dera...
Semana passada, descobri uma loja linda linda de roupinhas de bebê. Fica no Ipanema 2000 e se chama Nunim. A dona estava lá e é uma menina mais nova do que eu, não tem mais de 30 anos, com certeza. É ela que desenha as roupas e escolhe os tecidos. É tudo lindo de morrer, pena que não é muito para o meu bolso. Tinha uma casaquinho de tricô, a coisa mais fofa desse mundo, mas por um precinho que eu não compraria nem se fosse para mim.
Espera só eu ganhar na mega sena acumulada!
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
O drama da maternidade
Até agora, eu me considerava uma mãe sem neuras. Bem, na verdade, ainda me considero... Me surpreendi muito com a mãe em que me tornei, para ser bem sincera. Nunca imaginei que eu fosse ser tão tranquila e easy going como tenho sido. Eu me imaginava cheia de frescuras, nervosa ao ver meu irmão estabanado ou minha avó sem jeito tentando pegar a Marina no colo. Nada disso! É só chegar alguém com cara de pidão que leva logo o bebê pros braços! E eu acho uma delícia, uma delícia dividir ela com todo mundo, deixar todo mundo tirar uma casquinha dessa gostosura. Senão, o paninho de boca caiu no chão? Pega, dá uma sacodidinha e tá pronto para outra, pelo menos até chegar em casa. Por essas e outras, estou realmente surpresa com o meu comportamento materno, sem maiores dramas, até agora. (Até minha mãe falou isso, disse que a maternidade me transformou numa nova mulher. Ela até prometeu escrever um post sobre isso!)
Fora aqueles quinze dias iniciais, que realmente foram muito difíceis (mais do que eu imaginava e gostaria), acho que me saí bem. De novo, até agora.
Agora começou meu verdadeiro drama da maternidade, o primeiro. Eu voltaria a trabalhar agora, no início do mês de novembro, quando a pequena fizesse quatro meses. Então, saímos a cata de uma babá. Contratamos uma menina nova (25 anos), cheia de filhos (quatro!) e já bastante experiente. Tinha trabalhado em várias casas como babá, uma delas por quatro anos. Era ótima com a Marina, só tinha um problema (ok, dois, ok, três). Primeiro: ela era babá de madame. Estava acostumada com outra vida, com motorista levando para o clube, com empregada em casa todos os dias à disposição, com abrir a geladeira e sair pegando de tudo, sem ter que carregar carrinho escada acima... Segundo: ela era muuuuito experiente, daquele tipo que sabe melhor que você, pobre mãe de primeira viagem. Então, embora eu quisesse as coisas do meu jeito, aposto que o dela era melhor, e ela sempre venceria, afinal eu não ia estar em casa para ver mesmo! Terceiro: eu não me sentia a vontade com ela. Como pode eu não me sentir a vontade com a pessoa que vai cuidar da minha filha? Pronto, primeira babá demitida. (Mas não achem que foi fácil assim. Sofri! Mas consegui, graças a uma dica preciosa do maridinho: coloca a culpa em você! Então, é como terminar relacionamento, sabe, do tipo "não é você, sou eu". Foi isso que eu fiz. Coloquei a culpa em mim. Não era ela que chegava atrasada - pois é, esqueci de dizer que ela chegava muito atrasada, todos os dias, e faltava... Três vezes em um mês!!! -, era a minha situação no trabalho que havia mudado e eu precisaria chegar mais cedo. Logo, a combinação que eu tinha feito com ela não valeria mais e eu precisava de alguém que chegasse mais cedo, coisa que ela não conseguia.)
Então, partimos para a segunda tentativa. Dessa vez, uma menina mais nova ainda (18 anos), sem experiência profissional (primeiro emprego), que tinha criado uma irmã e a sobrinha. Podia ser uma boa oportunidade para eu moldá-la bem ao meu jeito. Podia... Mas não foi! Sem implicância (juro), ela era tão burrinha... Burrinha mesmo, do tipo que veste a calça antes do body (juro!). Depois de um momento intenso de reflexão, eu e Dani chegamos à conclusão de que não ia dar certo, não haveria esforço da minha parte que fizesse a menina aprender. Faltava o básico, faltava bom senso. Mais uma que se foi. (Isso porque eu nem mencionei que ela faltou logo no segundo dia, porque foi roubada no dia anterior, quando estava saindo daqui. Disse que ficou muito nervosa e não ia conseguir trabalhar...) Durou três dias, sendo que um foi esse aí da falta.
Depois que essa menina me ligou dizendo que não viria logo no segundo dia, fiquei super angustiada, sentindo um aperto no coração, físico e emocional (doeu de verdade!). Acordei várias vezes durante a noite, sempre pensando nisso. Então, depois de uma conversa séria, decidimos que, antes de sair em busca de mais uma babá, vou visitar algumas creches e entender um pouco do dia a dia, do trato com as crianças menores, ver como é o berçário enfim, me inteirar. Nem que seja preciso adiar um pouco minha volta ao trabalho. Depois de conhecer um pouco mais, poderemos fazer uma lista de prós e contras de babás ou creche. Então agora é mãos a obra!
Fora aqueles quinze dias iniciais, que realmente foram muito difíceis (mais do que eu imaginava e gostaria), acho que me saí bem. De novo, até agora.
Agora começou meu verdadeiro drama da maternidade, o primeiro. Eu voltaria a trabalhar agora, no início do mês de novembro, quando a pequena fizesse quatro meses. Então, saímos a cata de uma babá. Contratamos uma menina nova (25 anos), cheia de filhos (quatro!) e já bastante experiente. Tinha trabalhado em várias casas como babá, uma delas por quatro anos. Era ótima com a Marina, só tinha um problema (ok, dois, ok, três). Primeiro: ela era babá de madame. Estava acostumada com outra vida, com motorista levando para o clube, com empregada em casa todos os dias à disposição, com abrir a geladeira e sair pegando de tudo, sem ter que carregar carrinho escada acima... Segundo: ela era muuuuito experiente, daquele tipo que sabe melhor que você, pobre mãe de primeira viagem. Então, embora eu quisesse as coisas do meu jeito, aposto que o dela era melhor, e ela sempre venceria, afinal eu não ia estar em casa para ver mesmo! Terceiro: eu não me sentia a vontade com ela. Como pode eu não me sentir a vontade com a pessoa que vai cuidar da minha filha? Pronto, primeira babá demitida. (Mas não achem que foi fácil assim. Sofri! Mas consegui, graças a uma dica preciosa do maridinho: coloca a culpa em você! Então, é como terminar relacionamento, sabe, do tipo "não é você, sou eu". Foi isso que eu fiz. Coloquei a culpa em mim. Não era ela que chegava atrasada - pois é, esqueci de dizer que ela chegava muito atrasada, todos os dias, e faltava... Três vezes em um mês!!! -, era a minha situação no trabalho que havia mudado e eu precisaria chegar mais cedo. Logo, a combinação que eu tinha feito com ela não valeria mais e eu precisava de alguém que chegasse mais cedo, coisa que ela não conseguia.)
Então, partimos para a segunda tentativa. Dessa vez, uma menina mais nova ainda (18 anos), sem experiência profissional (primeiro emprego), que tinha criado uma irmã e a sobrinha. Podia ser uma boa oportunidade para eu moldá-la bem ao meu jeito. Podia... Mas não foi! Sem implicância (juro), ela era tão burrinha... Burrinha mesmo, do tipo que veste a calça antes do body (juro!). Depois de um momento intenso de reflexão, eu e Dani chegamos à conclusão de que não ia dar certo, não haveria esforço da minha parte que fizesse a menina aprender. Faltava o básico, faltava bom senso. Mais uma que se foi. (Isso porque eu nem mencionei que ela faltou logo no segundo dia, porque foi roubada no dia anterior, quando estava saindo daqui. Disse que ficou muito nervosa e não ia conseguir trabalhar...) Durou três dias, sendo que um foi esse aí da falta.
Depois que essa menina me ligou dizendo que não viria logo no segundo dia, fiquei super angustiada, sentindo um aperto no coração, físico e emocional (doeu de verdade!). Acordei várias vezes durante a noite, sempre pensando nisso. Então, depois de uma conversa séria, decidimos que, antes de sair em busca de mais uma babá, vou visitar algumas creches e entender um pouco do dia a dia, do trato com as crianças menores, ver como é o berçário enfim, me inteirar. Nem que seja preciso adiar um pouco minha volta ao trabalho. Depois de conhecer um pouco mais, poderemos fazer uma lista de prós e contras de babás ou creche. Então agora é mãos a obra!
Apelidos: amor X amora
Aqui em casa, apelidos fazem o maior sucesso! Inclusive, esse assunto já ganhou espaço aqui duas vezes: aqui e aqui. Não vou nem começar a listar todos os apelidos que a Marina já ganhou, senão o post vai ficar meio longo... E nem é esse o assunto do momento.
A questão é a seguinte: várias vezes, conversando com a Marina, chamo ela de amor. E, quando faço isso, invariavelmente, o Dani me pergunta: "Quê?" E eu tenho que responder: "Não é com você, estou falando com a Marina." Da última vez, ele veio reivindicar sua posição de amor. Amor é ele, já era antes, primeiro e único. Ok, e o que fazemos com a pequena, com o meu novo amor? Virou amora! É minha pequena amorinha!
Será que pega?
A questão é a seguinte: várias vezes, conversando com a Marina, chamo ela de amor. E, quando faço isso, invariavelmente, o Dani me pergunta: "Quê?" E eu tenho que responder: "Não é com você, estou falando com a Marina." Da última vez, ele veio reivindicar sua posição de amor. Amor é ele, já era antes, primeiro e único. Ok, e o que fazemos com a pequena, com o meu novo amor? Virou amora! É minha pequena amorinha!
Será que pega?
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Fralda de pano
Sempre me perguntei como minha mãe (e muitas outras pelo mundo afora) podia usar fralda de pano em mim. Ela, que me teve novinha, não tinha grana para ficar gastando em fralda descartável. Não era uma questão ecológica, e sim financeira (afinal, até pouco tempo atrás ela até escovava os dentes com a torneira aberta - desculpa, mãe!). Mas, independente do motivo, eu achava incrível e a admiro muito por isso, por todo o trabalho que tinha com as malditas fraldas de pano. Afinal, era ela que lavava cada uma delas. Haja amor! O balde de metal usado para ferver as fraldas rondava pela casa até o início da obra. Só agora que ele foi, finalmente, aposentado.
De uns quinze dias para cá, tenho ficado bem curiosa com essas novas fraldas de pano, bem diferentes daquelas de 1982! As fraldas de pano, tipo Cremer, que hoje são usadas para secar baba (sim, ela continua babando muito!) ou para conter uma golfada (que aqui em casa não é tanto o caso) antes eram as mesmas que, com uma dobradura digna de origami, iam parar no bumbum do bebê.
Agora, em pleno 2012, as fraldas de pano evoluíram. E muito. E tenho ficado curiosa em experimentar. Ainda estou na dúvida se vale a pena financeiramente, mas ecologicamente nem se fala. Tem diversos tipos, mas o que eu mais gostei até agora é assim: tem tipo uma calcinha de plástico, que pode ter mil cores e desenhos. Por dentro, ela tem abas, iguais as das fraldas descartáveis, que impedem xixi e coco de vazar. Dentro dessas abas, você encaixa a fralda absorvente. É um tecido especial, que absorve mais, mas, se quiser, também pode colocar aí dentro a "boa e velha" fralda de pano.
http://www.fraldasdipano.com.br/
http://www.bbnatural.com.br/
http://www.whatmommyneeds.com.br/
(Isso não é propaganda, tá! São só alguns sites que vendem e explicam as fraldas de pano.)
Claro que lavar a fralda absorvente interna continua sendo um problema, mas quem faria isso não seria eu, né, amiga?! (Como foi a minha mãe, tadinha...) Então, fica a pergunta: será que sou tão ecofriendly assim?
P.S.: Mãe, te amo!
De uns quinze dias para cá, tenho ficado bem curiosa com essas novas fraldas de pano, bem diferentes daquelas de 1982! As fraldas de pano, tipo Cremer, que hoje são usadas para secar baba (sim, ela continua babando muito!) ou para conter uma golfada (que aqui em casa não é tanto o caso) antes eram as mesmas que, com uma dobradura digna de origami, iam parar no bumbum do bebê.
Agora, em pleno 2012, as fraldas de pano evoluíram. E muito. E tenho ficado curiosa em experimentar. Ainda estou na dúvida se vale a pena financeiramente, mas ecologicamente nem se fala. Tem diversos tipos, mas o que eu mais gostei até agora é assim: tem tipo uma calcinha de plástico, que pode ter mil cores e desenhos. Por dentro, ela tem abas, iguais as das fraldas descartáveis, que impedem xixi e coco de vazar. Dentro dessas abas, você encaixa a fralda absorvente. É um tecido especial, que absorve mais, mas, se quiser, também pode colocar aí dentro a "boa e velha" fralda de pano.
http://www.fraldasdipano.com.br/
http://www.bbnatural.com.br/
http://www.whatmommyneeds.com.br/
(Isso não é propaganda, tá! São só alguns sites que vendem e explicam as fraldas de pano.)
Claro que lavar a fralda absorvente interna continua sendo um problema, mas quem faria isso não seria eu, né, amiga?! (Como foi a minha mãe, tadinha...) Então, fica a pergunta: será que sou tão ecofriendly assim?
P.S.: Mãe, te amo!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Mais queda, menos cabelo
Assunto repetido, preocupações multiplicadas!
Como já falei aqui, todo mundo sabe que, após o bebê nascer, é normal a mulher ter queda de cabelo. Ok, até aí, nada de mais... Mas, sinceramente, pergunto: com base na foto abaixo, por favor me digam se isso é normal!!! Vou ficar careca!!!
Como já falei aqui, todo mundo sabe que, após o bebê nascer, é normal a mulher ter queda de cabelo. Ok, até aí, nada de mais... Mas, sinceramente, pergunto: com base na foto abaixo, por favor me digam se isso é normal!!! Vou ficar careca!!!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Em silêncio no carro
Já falei aqui sobre uma viagem de carro conturbada, com bebê chorando e muito caos. Mas isso acontece apenas na menor parte das vezes (muito menor). De vez em quando, a Marina dá uma choradinha ou outra no trânsito, mas tudo bem contornável, nada como essa primeira vez.
E na maior parte das vezes, inclusive, ela aproveita o balanço do carro e apaga. Fica um silêncio total no carro. Eu na frente e ela atrás, dormindo na cadeirinha. É tanto silêncio que eu seria até capaz de sair do carro sem me dar conta que tinha um bebê no banco de trás.
Antes, ao ouvir aquelas histórias terríveis de pai que esquece filho no carro e o filho morre sufocado, minha tendência era crucificar o animal que largou o bebê lá. Mas, sinceramente, numa das primeiras vezes em que andei de carro sozinha com a Marina, ao chegar em casa, eu poderia muito bem ter subido direto, sem lembrar de pegá-la. Mas eu lembrei, tá?! Por pior que possa parecer, não acho mais tão impossível sair do carro sem lembrar que o bebê silencioso dorme na cadeirinha. Continua sendo estúpido e burro, mas pode acontecer...
Uma amiga de uma amiga, por exemplo, sempre saía de casa e ia direto para o trabalho. Um belo dia, o marido não pôde levar o filho para a creche, então ela teve que levar. Adivinha onde ela foi parar? No trabalho! Chegou lá, saiu do carro e então lembrou que o pequeno estava no banco de trás...
Antes, ao ouvir aquelas histórias terríveis de pai que esquece filho no carro e o filho morre sufocado, minha tendência era crucificar o animal que largou o bebê lá. Mas, sinceramente, numa das primeiras vezes em que andei de carro sozinha com a Marina, ao chegar em casa, eu poderia muito bem ter subido direto, sem lembrar de pegá-la. Mas eu lembrei, tá?! Por pior que possa parecer, não acho mais tão impossível sair do carro sem lembrar que o bebê silencioso dorme na cadeirinha. Continua sendo estúpido e burro, mas pode acontecer...
Uma amiga de uma amiga, por exemplo, sempre saía de casa e ia direto para o trabalho. Um belo dia, o marido não pôde levar o filho para a creche, então ela teve que levar. Adivinha onde ela foi parar? No trabalho! Chegou lá, saiu do carro e então lembrou que o pequeno estava no banco de trás...
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Gargalhadas!
Não tenho palavras para descrever o que foi esse momento, a Marina dando sua primeira gargalhada! Ok, não foi a primeira, foi a terceira. Ela gargalhou! Eu achei incrível. Pensei em pegar o celular para filmar, mas achei que não fosse acontecer de novo. E não é que ela gargalhou de novo! Aí, pensei, será que rola de novo? Mas, dessa vez, não ia arriscar. Celular a postos e não é que ganhei uma terceira gargalhada deliciosa? Gamei! Apaixonei mais ainda!
Ao mesmo tempo, bateu uma tristeza ao lembrar que, depois que eu voltar a trabalhar, vou perder tantas primeiras e segundas e terceiras vezes, tantos momentos especiais. As primeiras vezes são momentos emocionantes e especiais, sim, mas vão se repetir muitas e muitas vezes ao longo da vida. Esse tem que ser o meu mantra! Não posso esquecer disso quando voltar a trabalhar. (Ai, mais medo...)
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