Uma vez, uma amiga, que tem um filho de quase seis anos, me disse que se sentia realizada como mãe. Que gostaria, sim, de ter outro filho, mas mais para dar um irmãozinho para o primogênito.
No momento em que ouvi isso, Marina com dois meses, vida descontrolada, concordei na hora. Pois é, eu também, me sinto totalmente realizada como mãe. Mas, ainda assim, quero muito dar um irmãozinho ou irmãzinha para a Marina.
Aí, o tempo foi passando, eu fui ficando mais mãe, fui me apaixonando mais, fui vivendo mais. Hoje, sei que quero viver isso de novo. Quero sentir esse amor de novo. Quero passar por todos os perrengues iniciais do recém nascido (quero???). Quero tudo de novo. Tudo para ter mais um filho nos braços, tudo para sentir essa avalanche de sensações que estou sentindo. E que não são mais os hormônios. Agora, é tudo sentimento, é tudo amor, é tudo emoção. É tudo meu! Sinto meu coração transbordando de amor.
Estou realizada como mãe da Marina, mas quero mais!
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Rindo, brincando, amando
A medida que o bebê vai se desenvolvendo e interagindo cada vez mais com o mundo ao redor, o relacionamento com os pais também cresce numa escala vertiginosa. Ouvir os primeiros balbucios, as primeiras risadas, ver a criança conseguindo segurar um brinquedo, seguindo o som com o olhar, ficando de bruços numa boa, virando (mesmo que sem querer), cada um desses momentos é mágico, imperdível, inesquecível!
É muito gostoso ver essa conquista de cada dia, o avanço lento e gradual, o desenvolvimento das habilidades motoras, os primeiros sons. É uma delícia ver minha filha crescendo, se superando, se esforçando para sentar, segurando na mão da mamãe e fazendo a maior força do abdômen. Vai ficar sarada já já!
É muito gostoso ver essa conquista de cada dia, o avanço lento e gradual, o desenvolvimento das habilidades motoras, os primeiros sons. É uma delícia ver minha filha crescendo, se superando, se esforçando para sentar, segurando na mão da mamãe e fazendo a maior força do abdômen. Vai ficar sarada já já!
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Conheça outras mães!
Ontem, falei desse vídeo lindo que eu assisti, em que mães dizem que conselhos dariam para si mesmas se pudessem voltar no tempo, antes de serem mães.
Um dos conselhos era "Conheça outras mães". Pode parecer bobo, mas, depois de conhecer outras mães, vejo como é importante. Não estou falando de amigas que também têm filhos, muitos em idades e etapas de desenvolvimento diferentes. Estou falando de novas amigas, com bebês novos, que estejam vivendo o mesmo momento que você.
Esse é mais um benefício das nossas aulas de yoga. Depois da aula, sempre ficamos mais um tempo na sala, amamentando, trocando fralda, esperando o bebê terminar o cochilo ou simplesmente conversando. Essa troca com as mães abriu todo um mundo novo na minha cabeça, um mundo que eu sabia que existia, mas pelo qual ainda não tinha me aventurado. E vale a pena.
É legal compartilhar as descobertas, as dificuldades, as novidades. Nunca achei que isso fosse se adaptar o meu estilo antissocial de ser, mas a maternidade está aí para quebrar barreiras e desbravar mares nunca dantes navegados. Estou adorando!
Um dos conselhos era "Conheça outras mães". Pode parecer bobo, mas, depois de conhecer outras mães, vejo como é importante. Não estou falando de amigas que também têm filhos, muitos em idades e etapas de desenvolvimento diferentes. Estou falando de novas amigas, com bebês novos, que estejam vivendo o mesmo momento que você.
Esse é mais um benefício das nossas aulas de yoga. Depois da aula, sempre ficamos mais um tempo na sala, amamentando, trocando fralda, esperando o bebê terminar o cochilo ou simplesmente conversando. Essa troca com as mães abriu todo um mundo novo na minha cabeça, um mundo que eu sabia que existia, mas pelo qual ainda não tinha me aventurado. E vale a pena.
É legal compartilhar as descobertas, as dificuldades, as novidades. Nunca achei que isso fosse se adaptar o meu estilo antissocial de ser, mas a maternidade está aí para quebrar barreiras e desbravar mares nunca dantes navegados. Estou adorando!
![]() |
| E a turminha está crescendo! |
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Melhor e mais difícil
Outro dia, vi um vídeo lindo. (Acabei de procurar a beça para colocar aqui, mas não lembro onde eu vi. Se ainda achar, eu posto.) Enfim, o tema era o que você, mãe, diria a você mesma se pudesse voltar no tempo, para antes de ter filho. O vídeo tem várias coisas lindas que as mães diriam para si mesmas e teve uma que eu achei muito legal, que era "Conheça outras mães". Mas isso é assunto para outro post.
Hoje, quero dizer que o eu diria para mim mesma.
"É melhor e mais difícil do que você imagina."
Quando ouvimos por aí que ter filho é a melhor coisa do mundo, sempre achei que parece meio vazio, meio frase feita, meio clichê. Não sei se é a maneira de falar ou se o simples fato de dizer isso já caiu na banalidade. A verdade é que isso entra por um ouvido e sai pelo outro, não causa impacto, afinal é o que todo mundo diz.
Mas a verdade é que todo mundo tem razão. Ter filho é muito melhor do que eu imaginava. É muito mais mágico, muito mais intenso, muito mais forte do que eu imaginava. Antes de ter filho, eu não sabia que a minha mãe me amava tanto. (Na verdade, eu sabia que ela me amava tanto, mas não sabia que esse tanto era tanto assim!) Só depois de ter filho, a gente consegue entender os nossos pais (outro clichê cheio de verdade), consegue entender todos os esforços e sacrifícios que eles fizeram por nós. Ser mãe me aproximou muito mais da minha mãe, me mostrou como a vida dela mudou depois que eu cheguei, como tudo virou de pernas para o ar, mas como tudo ficou melhor.
O sentimento que o filho desperta é algo realmente novo, inédito, inimaginável. Nunca achei que fosse ser tão bom abraçá-la, brincar com ela, vê-la rir, vê-la olhar para mim cheia de amor e poder devolver tudo isso, o abraço, a brincadeira, a risada, o olhar amoroso. A relação que estou criando e estabelecendo com a minha filha é melhor, muito melhor, do que eu jamais poderia ter imaginado. Tudo isso pode parecer brega e piegas (e parece mesmo), mas é a mais pura verdade. Ainda hoje ela me emociona. E choro de alegria abraçada a ela! (Não é mais aquele choro cheio de dúvidas do início, meio assustado, meio apreensivo. É um choro cheio de certeza, totalmente apaixonado, totalmente entregue.)
(Então, mãe, desculpa pelas vezes em que te censurei por ter se emocionado com a Marina no colo. Talvez eu tenha demorado um pouco para amá-la tanto e tanto, para entender como ela é importante para mim, para ter deixado ela entrar em mim, mas hoje eu entendo. E entendo um pouco melhor o seu amor por mim também. Obrigada!)
Mas ter filho não só é muito melhor do que eu imaginava, como também é muito mais difícil. A entrega, a dedicação, as mudanças, é tudo muito mais intenso do que eu imaginava. Outro dia, ouvi uma frase que adorei: a mãe tá sempre pensando 3 horas a frente. E é isso aí. Você deixou de ser a prioridade. Vai se cuidar? Vai, mas quando o bebê dormir. Vai cuidar do marido? Vai, mas quando o bebê dormir. (Ops, esse não era o seu momento? Pois é, vai ter que se desdobrar, e vai conseguir.) E a alegria que o filho traz fortalece e ajuda a enfrentar esses momentos difíceis, que certamente virão.
Mas a dificuldade passa. É só o bebê dormir, cheio de paz, que a dificuldade vai embora e você não quer nunca mais sair do lado dele!
"É melhor e mais difícil do que você imagina."
Quando ouvimos por aí que ter filho é a melhor coisa do mundo, sempre achei que parece meio vazio, meio frase feita, meio clichê. Não sei se é a maneira de falar ou se o simples fato de dizer isso já caiu na banalidade. A verdade é que isso entra por um ouvido e sai pelo outro, não causa impacto, afinal é o que todo mundo diz.
Mas a verdade é que todo mundo tem razão. Ter filho é muito melhor do que eu imaginava. É muito mais mágico, muito mais intenso, muito mais forte do que eu imaginava. Antes de ter filho, eu não sabia que a minha mãe me amava tanto. (Na verdade, eu sabia que ela me amava tanto, mas não sabia que esse tanto era tanto assim!) Só depois de ter filho, a gente consegue entender os nossos pais (outro clichê cheio de verdade), consegue entender todos os esforços e sacrifícios que eles fizeram por nós. Ser mãe me aproximou muito mais da minha mãe, me mostrou como a vida dela mudou depois que eu cheguei, como tudo virou de pernas para o ar, mas como tudo ficou melhor.
O sentimento que o filho desperta é algo realmente novo, inédito, inimaginável. Nunca achei que fosse ser tão bom abraçá-la, brincar com ela, vê-la rir, vê-la olhar para mim cheia de amor e poder devolver tudo isso, o abraço, a brincadeira, a risada, o olhar amoroso. A relação que estou criando e estabelecendo com a minha filha é melhor, muito melhor, do que eu jamais poderia ter imaginado. Tudo isso pode parecer brega e piegas (e parece mesmo), mas é a mais pura verdade. Ainda hoje ela me emociona. E choro de alegria abraçada a ela! (Não é mais aquele choro cheio de dúvidas do início, meio assustado, meio apreensivo. É um choro cheio de certeza, totalmente apaixonado, totalmente entregue.)
(Então, mãe, desculpa pelas vezes em que te censurei por ter se emocionado com a Marina no colo. Talvez eu tenha demorado um pouco para amá-la tanto e tanto, para entender como ela é importante para mim, para ter deixado ela entrar em mim, mas hoje eu entendo. E entendo um pouco melhor o seu amor por mim também. Obrigada!)
Mas a dificuldade passa. É só o bebê dormir, cheio de paz, que a dificuldade vai embora e você não quer nunca mais sair do lado dele!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Saudades, já?
Tem umas frases clichê de mãe que me dão quase arrepio.
É o caso do "depois melhora" ou do "vai passar". Mas tem tantas e tantas outras que daria um trabalhão reuni-las todas.
Mas outro dia ouvi uma e não resisti.
Duas mães conversando.
Uma vira para a outra: "De manhã, chego no berço e o fulano está rindo para mim."
A outra, muito simpática, responde: "Ele devia estar com saudade de você."
Ao que a primeira mãe lança a pérola: "Que nem eu dele, depois de uma noite inteirinha longe."
Faça-me o favor. Amo muito a pequena bochechuda que tenho em casa, mas não fico morrendo de saudades depois de uma boa noite de sono. Nem depois de um dia de meio expediente de trabalho. Quero voltar correndo para pegá-la na creche, claro, mas não é que eu esteja morta de saudades, só quero ficar com ela. Será que isso já é saudade?
É o caso do "depois melhora" ou do "vai passar". Mas tem tantas e tantas outras que daria um trabalhão reuni-las todas.
Mas outro dia ouvi uma e não resisti.
Duas mães conversando.
Uma vira para a outra: "De manhã, chego no berço e o fulano está rindo para mim."
A outra, muito simpática, responde: "Ele devia estar com saudade de você."
Ao que a primeira mãe lança a pérola: "Que nem eu dele, depois de uma noite inteirinha longe."
Faça-me o favor. Amo muito a pequena bochechuda que tenho em casa, mas não fico morrendo de saudades depois de uma boa noite de sono. Nem depois de um dia de meio expediente de trabalho. Quero voltar correndo para pegá-la na creche, claro, mas não é que eu esteja morta de saudades, só quero ficar com ela. Será que isso já é saudade?
terça-feira, 13 de novembro de 2012
O sucesso do sling
Aqui em casa, somos super adeptos do sling.
Para quem não sabe, o sling é tipo um pano usado para carregar o bebê. Tem vários estilos e formatos diferentes, com argola, sem argola, com um pano enorme que dá voltas e voltas no corpo da mãe, mais estruturado, menos estruturado. Em inglês, é chamado de baby carrier, baby wearing, etc. Enfim, tem para todos os gostos.
Para conhecer: clique aqui
Para aprender a usar: clique aqui
Para comprar: clique aqui
O nosso sling, na verdade, é empréstimo de empréstimo. Peguei emprestado com uma amiga que, por sua vez, já tinha pego emprestado. A dona nem deve saber que está comigo. Se souber, obrigada. Se não souber, Rita, pode repassar o agradecimento! Quando a Marina era pequeninha, tipo um mês e meio, quando começamos a sair mais de casa, eu usava direto, para ir ao supermercado, à feira, andar nas Paineiras, na casa dos meus sogros, para tudo quanto era lado. Era ficava bem apertadinha e aconchegada lá dentro, coladinha no meu corpo, quase como se estivesse voltando para dentro da barriga. Era ótimo para mim e para ela.
Fora que o sling faz um sucesso louco. Já passei por várias cenas engraçadas, a maioria delas no Zona Sul e na feira. Teve um senhor que perguntou, todo espantado, para a caixa do supermercado o que tinha "ali dentro". Fora as várias pessoas que viram a esquina no corredor do mercado, dão de cara comigo e só uns segundos depois repararam no bebê. E ainda teve também uma mãe de um bebê de quinze dias e uma gravidona que vieram me pedir dicas. E eu, que nunca fui das mais amigáveis para conversas aleatórias no meio da rua, vi cair mais um dos mitos pós-maternidade e dei o maior papo para as duas, incluindo várias dicas e comentários simpáticos (nada de "passa rápido" ou "depois melhora". Por mais que ambos sejam verdadeiros, acho que soam muito antipáticos! Tem maneiras melhores de dizer a mesma coisa.).
Agora que o meu bebê está crescendo, ainda não nos encontramos muito no sling. Outro dia, coloquei ela mais sentadinha, mas, apesar de a cabeça já estar bem firme, às vezes ela ainda cansa e quer um apoio. Aí o apoio era o meu antebraço. Consequentemente, não foi tão cômodo para mim. Também tem a mochilinha (o baby bag). A minha é japonesa, com instruções em japonês (thanks, Raphita!). Achei esse melhor para essa fase atual, mais durinha, mas ainda não usei muitas vezes para ter uma opinião mais consistente. Por enquanto, achei bom.
Mas o melhor de tudo é poder ficar juntinho, no pele a pele, sentindo calor juntos, esquentando o bebê se estiver frio, e, principalmente, vivendo! Seguindo em frente, realizando os afazeres do dia a dia e sendo mãe!
Para quem não sabe, o sling é tipo um pano usado para carregar o bebê. Tem vários estilos e formatos diferentes, com argola, sem argola, com um pano enorme que dá voltas e voltas no corpo da mãe, mais estruturado, menos estruturado. Em inglês, é chamado de baby carrier, baby wearing, etc. Enfim, tem para todos os gostos.
Para conhecer: clique aqui
Para aprender a usar: clique aqui
Para comprar: clique aqui
O nosso sling, na verdade, é empréstimo de empréstimo. Peguei emprestado com uma amiga que, por sua vez, já tinha pego emprestado. A dona nem deve saber que está comigo. Se souber, obrigada. Se não souber, Rita, pode repassar o agradecimento! Quando a Marina era pequeninha, tipo um mês e meio, quando começamos a sair mais de casa, eu usava direto, para ir ao supermercado, à feira, andar nas Paineiras, na casa dos meus sogros, para tudo quanto era lado. Era ficava bem apertadinha e aconchegada lá dentro, coladinha no meu corpo, quase como se estivesse voltando para dentro da barriga. Era ótimo para mim e para ela.
Fora que o sling faz um sucesso louco. Já passei por várias cenas engraçadas, a maioria delas no Zona Sul e na feira. Teve um senhor que perguntou, todo espantado, para a caixa do supermercado o que tinha "ali dentro". Fora as várias pessoas que viram a esquina no corredor do mercado, dão de cara comigo e só uns segundos depois repararam no bebê. E ainda teve também uma mãe de um bebê de quinze dias e uma gravidona que vieram me pedir dicas. E eu, que nunca fui das mais amigáveis para conversas aleatórias no meio da rua, vi cair mais um dos mitos pós-maternidade e dei o maior papo para as duas, incluindo várias dicas e comentários simpáticos (nada de "passa rápido" ou "depois melhora". Por mais que ambos sejam verdadeiros, acho que soam muito antipáticos! Tem maneiras melhores de dizer a mesma coisa.).
Agora que o meu bebê está crescendo, ainda não nos encontramos muito no sling. Outro dia, coloquei ela mais sentadinha, mas, apesar de a cabeça já estar bem firme, às vezes ela ainda cansa e quer um apoio. Aí o apoio era o meu antebraço. Consequentemente, não foi tão cômodo para mim. Também tem a mochilinha (o baby bag). A minha é japonesa, com instruções em japonês (thanks, Raphita!). Achei esse melhor para essa fase atual, mais durinha, mas ainda não usei muitas vezes para ter uma opinião mais consistente. Por enquanto, achei bom.
Mas o melhor de tudo é poder ficar juntinho, no pele a pele, sentindo calor juntos, esquentando o bebê se estiver frio, e, principalmente, vivendo! Seguindo em frente, realizando os afazeres do dia a dia e sendo mãe!
![]() |
| Absurdo... Não tem nenhuma foto no sling comigo. |
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Que meleca!
Cada um tem suas neuras com a criança, né?!
Quando a Marina dormiu na casa da minha mãe, a vovó preocupada fazia incursões até o berço para ver se o bebê estava respirando. A minha avó tem um medo, que saiu sabe-se lá de onde, que os cachorros da rua vão lamber os pezinhos descalços da Marina que ficam pendendo do carrinho. Como eu disse, cada um as suas neuras.
Pois bem, eu também tenho as minhas. Ultimamente, tem uma coisa que tem me incomodado bastante. Tudo bem, não é uma, são três coisas: meleca, remela e cera de ouvido, o trio parada dura!
É só eu ver uma melequinha, uma cerinha ou uma remelinha e... ao ataque! Não podemos deixar essa tríade do mal dominar a minha pequena princesa! Fora meleca! Fora remela! Fora cera de ouvido!
Quando a Marina dormiu na casa da minha mãe, a vovó preocupada fazia incursões até o berço para ver se o bebê estava respirando. A minha avó tem um medo, que saiu sabe-se lá de onde, que os cachorros da rua vão lamber os pezinhos descalços da Marina que ficam pendendo do carrinho. Como eu disse, cada um as suas neuras.
Pois bem, eu também tenho as minhas. Ultimamente, tem uma coisa que tem me incomodado bastante. Tudo bem, não é uma, são três coisas: meleca, remela e cera de ouvido, o trio parada dura!
É só eu ver uma melequinha, uma cerinha ou uma remelinha e... ao ataque! Não podemos deixar essa tríade do mal dominar a minha pequena princesa! Fora meleca! Fora remela! Fora cera de ouvido!
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)