Sei que já passou há mais de um mês, mas não posso deixar de postar as fotos lindas de cinco meses da Marina, by dinda, sempre!
AMO!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
2013 - a viagem
No fim do ano, fomos passar uma semaninha na praia, com a família e amigos.
Foi a primeira viagem mais longa da Marina, com direito à praia, piscina, fogos de artifício e muita animação!
Foi apenas uma semana, mas são tantos assuntos que vou separar esse post em três.
1) A organização da viagem
2) A praia e a piscina
3) Os fogos de artifício
Viajar com criança, como todos sabem, dá a maior trabalheira.
Nós alugamos uma casa, em vez de ir para um hotel, o que tem um lado bom e um ruim. Por um lado, temos que levar tudo, já que a estrutura da casa não possui berço, cadeirão, etc. Por outro, temos todos os utensílios disponíveis para preparar a comida dela. Claro que há vários outros argumentos bons e ruins para hotel ou casa alugada, mas, no momento, vou me ater a esses dois.
O primeiro desafio foi preparar as malas. De itens maiores, que ocupam mais espaço, tinha o berço, o colchão, o carrinho e a cadeirinha que encaixa na mesa (by Helena). Além disso, uma mala de roupa para mim, outra para o Dani e outra ainda para a Marina. E a maior mala de todas, daquelas que levamos para Europa, com necessaires, sapatos e diversos (leia-se fralda, fralda, fralda, roupa de cama e toalhas da Marina, além de algumas pequeneces de uso comum). Também tinha uma caixa de brinquedos e o tapetinho. E, por fim, as comidas e artigos relacionados (mamadeiras, pratos, leiteira, leite em pó, talheres, colher medidora, etc.)
Levei um exagero de fralda. Voltei com metade, o que, sinceramente, achei ótimo. Imagina se tivesse faltado... Também levei bem mais roupa do que ela usou. E só um detalhe: roupa suja de criança é diferente de roupa suja de adulto. Suja de comida, de baba (que tem cheiro de comida), de coco, de xixi. Resumindo, tem que lavar. Dos itens de alimentação, usei todos e não faltou nenhum. Das comidas, sobrou alguma coisa, que entrou no jogo da casa.
O pior de tudo, para mim, são as pequeneces, que são os itens mais fáceis de esquecer. Levei de tudo, tentando me preparar para todas as situações:
- repelente de tomada
- babá eletrônica
- protetor solar
- sabão de coco especial para lavar a roupa dela
- álcool gel
- remédios (os de uso diário e os de emergência)
- e os basicões: lenços umedecidos (que servem para limpar a mão também), shampoo, hipoglós, algodão
(Detalhe que, agora, estou com a impressão de estar esquecendo várias coisas... A lista parece tão pequena, tão simples.)
Só não levei duas coisas, das quais nem senti falta, mas que podem ser úteis:
- repelente infantil
- luz de emergência, daquelas que coloca na tomada
Resumindo: não esqueci nada, não senti falta de nada. Sucesso puro!
Acho que vou me profissionalizar no assunto!
Foi a primeira viagem mais longa da Marina, com direito à praia, piscina, fogos de artifício e muita animação!
Foi apenas uma semana, mas são tantos assuntos que vou separar esse post em três.
1) A organização da viagem
2) A praia e a piscina
3) Os fogos de artifício
Viajar com criança, como todos sabem, dá a maior trabalheira.
Nós alugamos uma casa, em vez de ir para um hotel, o que tem um lado bom e um ruim. Por um lado, temos que levar tudo, já que a estrutura da casa não possui berço, cadeirão, etc. Por outro, temos todos os utensílios disponíveis para preparar a comida dela. Claro que há vários outros argumentos bons e ruins para hotel ou casa alugada, mas, no momento, vou me ater a esses dois.
O primeiro desafio foi preparar as malas. De itens maiores, que ocupam mais espaço, tinha o berço, o colchão, o carrinho e a cadeirinha que encaixa na mesa (by Helena). Além disso, uma mala de roupa para mim, outra para o Dani e outra ainda para a Marina. E a maior mala de todas, daquelas que levamos para Europa, com necessaires, sapatos e diversos (leia-se fralda, fralda, fralda, roupa de cama e toalhas da Marina, além de algumas pequeneces de uso comum). Também tinha uma caixa de brinquedos e o tapetinho. E, por fim, as comidas e artigos relacionados (mamadeiras, pratos, leiteira, leite em pó, talheres, colher medidora, etc.)
Levei um exagero de fralda. Voltei com metade, o que, sinceramente, achei ótimo. Imagina se tivesse faltado... Também levei bem mais roupa do que ela usou. E só um detalhe: roupa suja de criança é diferente de roupa suja de adulto. Suja de comida, de baba (que tem cheiro de comida), de coco, de xixi. Resumindo, tem que lavar. Dos itens de alimentação, usei todos e não faltou nenhum. Das comidas, sobrou alguma coisa, que entrou no jogo da casa.
O pior de tudo, para mim, são as pequeneces, que são os itens mais fáceis de esquecer. Levei de tudo, tentando me preparar para todas as situações:
- repelente de tomada
- babá eletrônica
- protetor solar
- sabão de coco especial para lavar a roupa dela
- álcool gel
- remédios (os de uso diário e os de emergência)
- e os basicões: lenços umedecidos (que servem para limpar a mão também), shampoo, hipoglós, algodão
(Detalhe que, agora, estou com a impressão de estar esquecendo várias coisas... A lista parece tão pequena, tão simples.)
Só não levei duas coisas, das quais nem senti falta, mas que podem ser úteis:
- repelente infantil
- luz de emergência, daquelas que coloca na tomada
Resumindo: não esqueci nada, não senti falta de nada. Sucesso puro!
Acho que vou me profissionalizar no assunto!
Burrice de mãe
Sabe quando você comete um erro pela primeira vez, e se promete que nunca mais vai cometer esse mesmo erro de novo. Mas aí, como ninguém é de ferro, e nem toda memória dura para sempre, um belo dia, lá está você com o pé naquele mesmo buraco...
Pois é, meti até o joelho nesse buraco...
Já tinha vivido todo o dilema babá x creche e chegado à conclusão de que a creche era muuuito melhor. Só que a minha creche tem um recesso em janeiro, e só retoma no dia 14. Para não ficar sem trabalhar nessa primeira semana e meia, resolvi ligar para aquela babá, aquela que ficou aqui em casa quase dois meses, e pedir para ela vir cuidar da Marina durante esses poucos dias. Afinal, era tão pouco tempo, né? Que mal poderia haver?
E foi assim que eu caí no meu buraco... Atrasos, reclamações constantes, desobediências às minhas ordens, omissões. Se você analisar cada fato isoladamente, pode até achar que não é tão grave assim, mas eu estou falando de conceitos (e estou com raiva, muita raiva!). Se eu mando cozinhar de um jeito, não importa se ela acha bom ou não, se fez assim com os filhos dela ou não, é para fazer assim com a minha filha! E ponto final! Se eu combino que o horário de chegada dela é às 9h, ela tem que chegar às 9h. Pode até atrasar uns 15 minutinhos, só que não dá para, em quatro dias, chegar duas vezes as 9h30 e as outras duas às 11h!!!! Sempre com uma desculpa diferente, claro. Mas nunca tendo pedido desculpas, ou assumido a culpa. E a geladeira? Ah, a geladeira! É quase um parque de diversões para ela. Sabe aquele tipo de gente que aproveita para comer tudo que não tem em casa. É isso que parece acontecer aqui.
E como esse post só está servindo para a minha raiva crescer mais e mais, vou parar de escrever, respirar, tomar umas gotinhas de rescue, dar um abracinho na minha gorda (afinal, hoje fiquei em casa e não fui trabalhar!) e relaxar!
E a melhor resolução de todas: quando ela for embora e tiver recebido o pagamento, vou fechar a porta, pegar o celular e apagar o contato dela! Assim, não corro mais o risco de ligar para ela de novo ou de indicar para outra pessoa. Maravilha!!!
Pois é, meti até o joelho nesse buraco...
Já tinha vivido todo o dilema babá x creche e chegado à conclusão de que a creche era muuuito melhor. Só que a minha creche tem um recesso em janeiro, e só retoma no dia 14. Para não ficar sem trabalhar nessa primeira semana e meia, resolvi ligar para aquela babá, aquela que ficou aqui em casa quase dois meses, e pedir para ela vir cuidar da Marina durante esses poucos dias. Afinal, era tão pouco tempo, né? Que mal poderia haver?
E foi assim que eu caí no meu buraco... Atrasos, reclamações constantes, desobediências às minhas ordens, omissões. Se você analisar cada fato isoladamente, pode até achar que não é tão grave assim, mas eu estou falando de conceitos (e estou com raiva, muita raiva!). Se eu mando cozinhar de um jeito, não importa se ela acha bom ou não, se fez assim com os filhos dela ou não, é para fazer assim com a minha filha! E ponto final! Se eu combino que o horário de chegada dela é às 9h, ela tem que chegar às 9h. Pode até atrasar uns 15 minutinhos, só que não dá para, em quatro dias, chegar duas vezes as 9h30 e as outras duas às 11h!!!! Sempre com uma desculpa diferente, claro. Mas nunca tendo pedido desculpas, ou assumido a culpa. E a geladeira? Ah, a geladeira! É quase um parque de diversões para ela. Sabe aquele tipo de gente que aproveita para comer tudo que não tem em casa. É isso que parece acontecer aqui.
E como esse post só está servindo para a minha raiva crescer mais e mais, vou parar de escrever, respirar, tomar umas gotinhas de rescue, dar um abracinho na minha gorda (afinal, hoje fiquei em casa e não fui trabalhar!) e relaxar!
E a melhor resolução de todas: quando ela for embora e tiver recebido o pagamento, vou fechar a porta, pegar o celular e apagar o contato dela! Assim, não corro mais o risco de ligar para ela de novo ou de indicar para outra pessoa. Maravilha!!!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Coração apertado
Outro dia, postei no facebook que a volta ao trabalho trazia várias surpresas: calça apertada, sapato apertado, blusa apertada. Foi quase uma deixa para o comentário que veio logo a seguir: "o pior é coração apertado".
Parei para refletir.
O meu processo de adaptação à creche (e me refiro ao meu processo) foi muito mais suave e tranquilo do que eu imaginava. E a Marina também está totalmente adaptada, o que é fundamental para mim. Não senti culpas, medos ou inseguranças, como eu tinha quase certeza que sentiria. Encarei tudo isso como uma etapa normal da vida de mãe e filha, sem sofrimento.
Quando digo que a pequena está na creche, muita gente me responde: "Tadinha!" Ainda não entendi por que ela é tadinha. Ela gosta, come bem, dorme bem, brinca, tem aula de música, de psicomotricidade, se diverte, interage com outras crianças. E, quando busco ela (seja às 14h ou às 17h), ainda passamos o resto da tarde juntas, seja dando uma passeio na Lagoa, indo para a nossa aulinha, brincando em casa. Então, de coitada minha filha não tem nada. E nem eu de culpada! Trabalho, mas passo tempo com ela. E valorizo ao máximo esses momentos!
Confesso que meu coração não fica tão apertado, pelo menos não tanto quanto a minha calça. A situação tá periclitante!
Parei para refletir.
O meu processo de adaptação à creche (e me refiro ao meu processo) foi muito mais suave e tranquilo do que eu imaginava. E a Marina também está totalmente adaptada, o que é fundamental para mim. Não senti culpas, medos ou inseguranças, como eu tinha quase certeza que sentiria. Encarei tudo isso como uma etapa normal da vida de mãe e filha, sem sofrimento.
Quando digo que a pequena está na creche, muita gente me responde: "Tadinha!" Ainda não entendi por que ela é tadinha. Ela gosta, come bem, dorme bem, brinca, tem aula de música, de psicomotricidade, se diverte, interage com outras crianças. E, quando busco ela (seja às 14h ou às 17h), ainda passamos o resto da tarde juntas, seja dando uma passeio na Lagoa, indo para a nossa aulinha, brincando em casa. Então, de coitada minha filha não tem nada. E nem eu de culpada! Trabalho, mas passo tempo com ela. E valorizo ao máximo esses momentos!
Confesso que meu coração não fica tão apertado, pelo menos não tanto quanto a minha calça. A situação tá periclitante!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Hora do almoço
Esse fim de semana, foi a vez de inserir o almoço na alimentação da Marina. À medida que ela vai evoluindo, eu vou tendo coragem de ir inovando e acrescentando novos itens e novas refeições.
Começamos com o trio parada de sucesso: batata baroa, chuchu e cenoura. Cozinhei tudo numa panela de água, sem sal. Para tentar dar uma animadinha, coloquei louro e tomilho (um bouquet garni incompleto e sem saquinho de filó, tudo direto na água mesmo). Fiz cada legume em separado, já que eles têm tempos de cozimento diferentes. Pronta a cenoura, a batata foi para a água. Pronta a batata, foi a vez do chuchu. Deixei o mais sem graça para o final, assim ele já pegaria um gostinho de tudo que tinha passado pela panela.
Ainda tenho medo de amassar a comida com garfo e deixar pedaços que a Marina não consiga engolir e acabe engasgando. (Uma das coisas a que tenho mais horror é engasgo de bebê!) Então, meu amigo inseparável nesse momento papinha tem sido o mixer. Uso a "função" mini-processador. Coloquei um legume de cada vez. Resultado: um purê de batata baroa, um de cenoura e um mais líquido de chuchu (que, naturalmente, tem muita água e, por isso, ficou mais aguado mesmo). Foram duas colheres de sopa de cada purê, em separado, no mesmo pratinho. Eventualmente, eles acabaram se misturando, mas acho muito importante a criança aprender a perceber e distinguir o sabor e a cor de cada legume, saber qual é qual e, aí sim, definir do que gosta e do que não gosta.
*** DICA 1: A batata baroa é muito viscosa e densa. Uma boa é colocar um pouco da água do cozimento na hora de bater. No sábado, não botei e foi o legume mais difícil de descer. No domingo, coloquei e melhorou.
*** DICA 2: Uso o mixer para tudo, até para as papinhas de fruta. Vai raspar maçã? Nada disso, vai tudo pro mixer. Agora, algumas coisas são um pouco mais difíceis de bater. Nesses casos, é só colocar um pouquinho de líquido. Mas é um pouquinho mesmo, nada a ver com o liquidificador. Quando fui bater a maçã para o lanchinho da manhã de sábado, coloquei um jorrinho de água de coco. Na hora da pêra foi a mesma coisa. Delicious!
Começamos com o trio parada de sucesso: batata baroa, chuchu e cenoura. Cozinhei tudo numa panela de água, sem sal. Para tentar dar uma animadinha, coloquei louro e tomilho (um bouquet garni incompleto e sem saquinho de filó, tudo direto na água mesmo). Fiz cada legume em separado, já que eles têm tempos de cozimento diferentes. Pronta a cenoura, a batata foi para a água. Pronta a batata, foi a vez do chuchu. Deixei o mais sem graça para o final, assim ele já pegaria um gostinho de tudo que tinha passado pela panela.
Ainda tenho medo de amassar a comida com garfo e deixar pedaços que a Marina não consiga engolir e acabe engasgando. (Uma das coisas a que tenho mais horror é engasgo de bebê!) Então, meu amigo inseparável nesse momento papinha tem sido o mixer. Uso a "função" mini-processador. Coloquei um legume de cada vez. Resultado: um purê de batata baroa, um de cenoura e um mais líquido de chuchu (que, naturalmente, tem muita água e, por isso, ficou mais aguado mesmo). Foram duas colheres de sopa de cada purê, em separado, no mesmo pratinho. Eventualmente, eles acabaram se misturando, mas acho muito importante a criança aprender a perceber e distinguir o sabor e a cor de cada legume, saber qual é qual e, aí sim, definir do que gosta e do que não gosta.
*** DICA 1: A batata baroa é muito viscosa e densa. Uma boa é colocar um pouco da água do cozimento na hora de bater. No sábado, não botei e foi o legume mais difícil de descer. No domingo, coloquei e melhorou.
*** DICA 2: Uso o mixer para tudo, até para as papinhas de fruta. Vai raspar maçã? Nada disso, vai tudo pro mixer. Agora, algumas coisas são um pouco mais difíceis de bater. Nesses casos, é só colocar um pouquinho de líquido. Mas é um pouquinho mesmo, nada a ver com o liquidificador. Quando fui bater a maçã para o lanchinho da manhã de sábado, coloquei um jorrinho de água de coco. Na hora da pêra foi a mesma coisa. Delicious!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
A alimentação e a pediatra
Acho que ainda não falei da minha pediatra aqui. Vou ser breve.
Ela é de plano, ponto positivo para o bolso. Mas não amo, nem odeio. Ela nunca errou em nada com a Marina e sempre foi carinhosa ao examiná-la. Por outro lado, tem um tendência irritante a small talk, tipo: "vai chover o fim de semana todo" ou "viu a novela ontem?". E também não lembra as coisas da pequena, nem consulta a ficha, já que deve estar tudo lá, tipo: "ela ainda está só no peito?", "ah! É leite. Que leite?".
Aí, chegou a hora de começar a comer. E ela disse para começar tudo junto: colação (suco + fruta), almoço (legumes + carne), lanche (fruta + suco) e jantar (legumes + carne). Além disso, a mamadeira da manhã ainda poderia ser batida com uma fruta. E, antes de dormir, uma mamadeira caretinha.
Não preciso nem dizer que eu enlouqueci diante dessa perspectiva, né?! Imagina só... O melhor é nem imaginar. Deus me livre e guarde! Em paralelo, num timing perfeito, descobri um livro que eu simplesmente adorei. Se chama "Aventuras gastronômicas de uma mãe de primeira viagem", da Patricia Smith, do site Mundo Ovo.
No livro, a Patricia não fala em idades, mas em etapas. A etapa do suco, da fruta, da almoço, do jantar, da carne. E por aí vai... Confesso que achei todo o processo bem mais friendly, mais lógico, mais fácil. (Não que eu não esteja disposta a me sacrificar pela minha filha. Só não acho que esse seja um sacrifício necessário. Tem outros mais importantes!)
Além disso, na creche, o lanche da manhã é só suco e o da tarde só fruta. De que adianta eu acostumar a minha filha com uma coisa se, na creche, vai ser diferente? Preferi começar do mesmo jeito que vamos continuar e não criar padrões diferentes em casa e na escola.
Resultado: se eu já quase enlouqueci do jeito que foi, pensar que poderia ter sido pior (muito pior) me deixa bem tranquila!
Ela é de plano, ponto positivo para o bolso. Mas não amo, nem odeio. Ela nunca errou em nada com a Marina e sempre foi carinhosa ao examiná-la. Por outro lado, tem um tendência irritante a small talk, tipo: "vai chover o fim de semana todo" ou "viu a novela ontem?". E também não lembra as coisas da pequena, nem consulta a ficha, já que deve estar tudo lá, tipo: "ela ainda está só no peito?", "ah! É leite. Que leite?".
Aí, chegou a hora de começar a comer. E ela disse para começar tudo junto: colação (suco + fruta), almoço (legumes + carne), lanche (fruta + suco) e jantar (legumes + carne). Além disso, a mamadeira da manhã ainda poderia ser batida com uma fruta. E, antes de dormir, uma mamadeira caretinha.
Não preciso nem dizer que eu enlouqueci diante dessa perspectiva, né?! Imagina só... O melhor é nem imaginar. Deus me livre e guarde! Em paralelo, num timing perfeito, descobri um livro que eu simplesmente adorei. Se chama "Aventuras gastronômicas de uma mãe de primeira viagem", da Patricia Smith, do site Mundo Ovo.No livro, a Patricia não fala em idades, mas em etapas. A etapa do suco, da fruta, da almoço, do jantar, da carne. E por aí vai... Confesso que achei todo o processo bem mais friendly, mais lógico, mais fácil. (Não que eu não esteja disposta a me sacrificar pela minha filha. Só não acho que esse seja um sacrifício necessário. Tem outros mais importantes!)
Além disso, na creche, o lanche da manhã é só suco e o da tarde só fruta. De que adianta eu acostumar a minha filha com uma coisa se, na creche, vai ser diferente? Preferi começar do mesmo jeito que vamos continuar e não criar padrões diferentes em casa e na escola.
Resultado: se eu já quase enlouqueci do jeito que foi, pensar que poderia ter sido pior (muito pior) me deixa bem tranquila!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Vida boa
As pessoas adoram dizer que bebê tem a maior vida boa, só come e dorme. Pobres bebês, nada disso!
Para começo de conversa, eles choram, choram, choram e, às vezes, a gente não entende o que eles querem. Imagina a angústia de você tentar dizer alguma coisa e ninguém te entender...
Depois, além de comer, dormir e chorar, os bebês fazem praticamente uma pós-graduação por dia. Eles aprendem tanta coisa, absorvem tanta informação, recebem tantos estímulos todos os dias, que, às vezes, parece que dá até para ver as engrenagens da cabecinha funcionando. Imagina só tudo que eles aprendem em apenas dois anos? Duvido que você desse conta!
É por isso que, cada vez mais, vejo como é importante ouvir o que o bebê tem a dizer, por mais difícil que seja entendê-los, por mais que um choro possa ser irritante e angustiante, por mais que, às vezes, a nossa vontade possa ser ignorar a deles. Vida boa, coisa nenhuma. Do ponto de vista do bebê, eles são super atarefados, verdadeiros multitarefas.
Então, filha, se eu não te entender, não foi por falta de tentativa, tá?!
Para começo de conversa, eles choram, choram, choram e, às vezes, a gente não entende o que eles querem. Imagina a angústia de você tentar dizer alguma coisa e ninguém te entender...
Depois, além de comer, dormir e chorar, os bebês fazem praticamente uma pós-graduação por dia. Eles aprendem tanta coisa, absorvem tanta informação, recebem tantos estímulos todos os dias, que, às vezes, parece que dá até para ver as engrenagens da cabecinha funcionando. Imagina só tudo que eles aprendem em apenas dois anos? Duvido que você desse conta!
É por isso que, cada vez mais, vejo como é importante ouvir o que o bebê tem a dizer, por mais difícil que seja entendê-los, por mais que um choro possa ser irritante e angustiante, por mais que, às vezes, a nossa vontade possa ser ignorar a deles. Vida boa, coisa nenhuma. Do ponto de vista do bebê, eles são super atarefados, verdadeiros multitarefas.
Então, filha, se eu não te entender, não foi por falta de tentativa, tá?!
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