quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Programação carnavalesca do fim de semana

Com o carnaval se aproximando, os foliões já começam a sentir aquela coceirinha e não conseguem mais ficar parados. Então, saí em busca de blocos de carnaval infantis, desde os mais desconhecidos até aqueles bem populares (e, consequentemente, mais lotados!).

Se alguém tiver mais sugestões e acréscimos, adoraria receber!

Dia 02 de fevereiro, sábado

Bloco da Pracinha
Local: Jardim Botânico
Concentração: Praça Pio XI
Trajeto: PARADO
Horário: 10h
 
Dia 03 de fevereiro, domingo
 
Empório da Papinha
Endereço: Espaço Itanhangá - Estrada Barra da Tijuca, 1636/Bloco A loja A
Idade recomendada: 6 meses a 4 anos
Oficina: 10:00h
Apresentação:  11:00h
Para confirmar a presença:  2491-1699 ou por email: lojario@emporiodapapinha.com.br
Entrada gratuita

O cantor pernambucano Fabbio Campello apresenta canções folclóricas, marchinhas e ritmos como frevo, ciranda e até maracatu de forma irreverente e educativa. A programação ainda inclui oficina de máscaras, distribuição de itens carnavalescos, sorteio de brindes e degustação das papinhas orgânicas de frutas.

Gigantes da Lira
Local: Laranjeiras
Concentração: Rua General Glicério
Trajeto: Sai da Praça Jardim Laranjeiras, sobe a General Glicério, desde a Cristóvão Barcelos e dispersa na Praça Jardim Laranjeiras
Horário: 10h

Essas são apenas três opções, mas certamente há muuuitas outras. Nas fontes de onde tirei essas informações, inclusive, têm outras sugestões de programas. É só acessar as páginas e se preparar para cair na folia!

Fontes: 
www.mundoovo.com.br/
http://1001roteirinhos.com.br/
Aplicativo Blocos do Rio para iPhone

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Brincando na cozinha

Fazer comida de bebê tem um lado que é zero glamour: o lado da obrigação! Se a Marina almoçasse e jantasse todos os dias em casa, era coisa de ter que fazer comida de dois em dois dias. Mas, como ela almoça na creche, só me resta o jantar. Aí, o objetivo é montar um esquema de fazer comida duas vezes por semana. Às vezes, alguma coisa acaba e tem que fazer mais, mas aí é uma coisa só, mais rapidinho.

De qualquer maneira, não quero falar da obrigação, mas sim da diversão. Confesso que adoro fazer comida para a Marina! Arrisco, invento, me jogo de cabeça. (E olha que, para inventar comida de adulto, eu sou uma negação.) Tomo várias liberdades e não tenho medo de errar! O melhor de tudo é que é muito simples, já que só mexo com frutas e legumes (agora no máximo um feijão e macarrão). Como não tem ovo, farinha, leite, etc., não rola aquele medo de não dar certo. Sinceramente, o que pode dar errado com uma maçã ou uma batata? Você pode assar ou cozinhar, ou até botar no microondas. (Eu, particularmente, não gosto de cozinhar as coisas no microondas. Talvez seja puro preconceito, mas não gosto.)

São coisas simples, mas que dão um toque todo especial à comida da minha devoradora do que vier pela frente!

Já fiz suco de melão com hortelã e suco de figo com água de coco, sugestões da Patricia, lá do Mundo Ovo. Ainda vou fazer suco de melancia com canela. Também já coloquei curry na batata e carne seca no feijão (foi um pedaço beeeem pequeno, e só na hora de cozinhar o feijão). Para as frutas, já fiz compota de pêra, banana e maçã (cozinhei, na panela, no fogão, sem água, em fogo baixo - gruda um pouco na panela, mas nada demais), banana e maçã com canela (também cozinhei na panela, com três bastõezinhos de canela). A última foi maçã assada aromatizada com cravo (no forno, envolta em papel alumínio, com alguns cravinhos espetados em cada maçã. Depois de assada, descasquei e passei no mixer. Até o marido gostou!)

E quando as pessoas me perguntavam se a Marina gostou, eu ficava meio assim... Não dá para saber se ela gosta, só sei que ela devora tudo! E aí, escrevendo esse post, me dei conta de que, se ela devora tudo é porque ela gostou, sim. Então, da próxima vez que me perguntarem se ela gosta de feijão, ou de maçã, ou de macarrão, já sei o que vou responder: Ela adora!!!



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O balanço

Você, amiga querida, que tem filho pequeno, tipo seis meses, e ainda não levou o rebento para brincar no balanço, não sabe o que está perdendo. Corre lá e depois vem aqui me contar!

Confesso que a ideia não foi minha. Vi no facebook de uma amiga, mãe de uma amiga da Marina da creche e da yoga, e a menina estava curtindo muito o balanço. Fiquei com isso na cabeça um tempão antes de, de fato, colocar a Marina para balançar.

Primeiro, tentamos no Jockey. Só que estava um sol de rachar, o balanço estava quente e a pequena com sono. Até dei uma forçada de barra, mas não foi lá muito divertido. Tá bom, não foi nada divertido. Mas isso não me fez desistir. Eu continuava em busca do balanço perfeito!

E eis que, um belo dia, fui passear no Jardim Botânico. Cismei que queria ir ao parquinho, ver como estava, ver se eu lembrava de alguma coisa. Não sei se o que eu me lembro é realmente o parquinho do Jardim Botânico, porque não tinha absolutamente nada a ver com o que eu encontrei. Mas tudo bem, não tem problema, porque adivinhem o que tinha lá? Acertou quem disse "um balanço"!!!

E lá se foi a Marina para o balanço. E que diversão! Eu amei! Ah, e ela também!



Reparem que foram dois dias diferentes!!!

domingo, 27 de janeiro de 2013

A primeira casa

Há uns bons 30 anos atrás, quando eu nasci lá na minha querida e amada Buenos Aires, morei primeiro numa casinha que ficava no quintal do casão da minha avó. Depois ainda morei em outro apê com meus pais (eu acho...). Pois é, não tenho nenhum registro de nenhum dos dois lugares, nem de uma casa nem de outra. Só lembro um pouco da casa da minha avó, em San Isidro, porque, mesmo depois de a gente vir para o Brasil, ela continuou morando lá e era lá que ficávamos quando íamos visitar. Lembro um pouco do quintal, da piscina, do caminho do portão até a casa e da casa principal, e só dela. Da minha casa não lembro de nada, nem sei se ainda existia quando eu voltei lá depois de maiorzinha.

Já o Dani sempre conta milhares de histórias sobre o apartamento da Sá Ferreira, e depois da Miguel Lemos, ou vice-versa. E de todos os outros em que já morou. Morro invejinha de todas essas lembranças...

Aí, outro dia, fiquei pensando que, daqui a pouco, vamos nos mudar e sair desse apartamento, que virou um verdadeiro xodó. Depois de comprar o apê, fizemos uma mega obra e transformamos o lugar totalmente! Acho que a ex-proprietária ficaria até meio deprimida se visse como o apartamento ficou depois da reforma. E acho que a Marina também não vai lembrar muito da primeira casa dela, uma casa que nós amamos de paixão, mas que está ficando cada vez menor para nós três...

Então, resolvi que vou tirar várias fotos da casa, sempre com a Marina aparecendo. Mas não é só foto da Marina na casa. É foto da casa com a Marina. Como a casa é pequena, não vai ser muito difícil, acho que umas quatro ou cinco fotos dão conta do recado. Comecei com uma da sala de jantar!


sábado, 26 de janeiro de 2013

Sambebê - Eu fui!

Fiz a propaganda do Sambebê, mesmo sem conhecer, só julgando pela boa ideia de os passeios poderem curtir um sambinha ao lado dos filhos. Agora, depois de ter ido ao evento, posso falar com mais autoridade.

1) Localização: Não tenham medo da Gamboa! É longe, mas é perto. Tem estacionamento bem perto. E parem no estacionamento! A gente deixou na calçada, junto com milhares de outros carros, e, no meio do evento, disseram que tinha uns guardinhas multando os carros. Resultado: o Dani saiu correndo para tirar o carro e colocar no estacionamento. Teria sido mais fácil deixar lá desde o início.

2) Música: Na nossa edição, era um show da Dorina, em comemoração ao dia de São Sebastião. Então, tinha muita música sobre o Rio. Os artistas variam, portanto nenhum show vai ser igual ao outro, nenhum repertório vai ser igual ao outro. Logo, só posso dizer que o show que nós assistimos foi muito bom, repertório nota mil!

3) Ambiente: Eu simplesmente amei o ambiente, o clima do lugar! Tem vários tapetinhos espalhados pelo chão para deixar as crianças. É mais limpo que o chão, claro, mas tem muito adulto de sapato pisando nos tapetes também. Então, nada de achar que vai levar a criança para um lugar estéril. Mas os tapetes são ótimos. A Marina não precisava ficar o tempo todo no colo, podia ficar sentadinha no chão, brincando com um dos vários brinquedos disponíveis lá também.

4) Volume: Minha única crítica... Achei a música um pouquinho alta além da conta. O volume poderia estar um pouquinho mais baixo.

Confiram no vídeo o climão bacana!


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mesversário

Nunca fui daquelas que comemora cada mesversário com bolinho e festinha em família. Dou parabéns e pronto! Como diria a Rapha, o merversário faz a criança achar que ela é o centro do mundo, comemorando aniversário todos os meses.

Ok, menos psicologismo... Ontem, a Marina fez sete meses. Ainda não tenho as fotinhas lindas que a dinda fez porque, com muita vergonha, admito: eu esqueci o dia em que a Marina fez sete meses.

Acordei, dia normal, vida normal. Nem lembrei. Não desejei parabéns para ela nem nada.

Aí, no meio da manhã, eu ainda clueless quanto ao niver da pequena, recebi uma mensagem de uma amiga, perguntando o que eu faria no dia do meu aniversário (no dia seguinte, hoje! - Parabéns para mim!) e dando parabéns para a Marina.

E foi então que, cheia de culpa, lembrei que era dia 22 e que a minha pequena draga fazia 7 meses. Parabéns atrasado, filhota!

E daqui a pouco teremos mais uma foto linda!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Conversando e musicando!

Ontem, falei do nosso repertório musical. E há um tempo, já falei das habilidades maternas, incluindo a composição. Pois volto para bater na mesma tecla, sem ritmo, porque eu não tenho: cantar para criança é incrível!

Tudo vira música, desde uma simples troca de fralda, um sorriso banguela e a falta de cabelo da pequena até a comida que estou preparando, o banho que ela vai tomar ou um encontro de brinquedos!

A música é praticamente um tipo de conversa. Em vez de explicar para a Marina que vou trocar a fralda dela, para ela ficar limpinha, para tirar o coco, para não fazer nenhum machucadinho nela, eu canto! E haja habilidade!

E, na falta da habilidade, ou da vontade de cantar naquele dia (porque ninguém é de ferro), complemento: conversar com a criança é o que há!!!

Muitos dizem que elas não entendem, e podem até não entender da mesma maneira que a gente, mas é justamente através do contato constante com as palavras, com o tom da nossa voz, que elas começam a entender. E acabam nos surpreendendo!

É muito importante explicar para a criança tudo que está acontecendo, que você vai voltar a trabalhar, que vocês vão sair para um passeio, ou que não vão sair esse dia porque está chovendo, que você ama ela muito e muito, e por aí vai, desde os acontecimentos rotineiros do dia a dia, até os grandes eventos. Às vezes, me pego levando a Marina para a creche no automático, sem ter dito nada para ela. Rapidamente viro para trás no carro e digo que vou deixá-la na creche, vou trabalhar um pouco e volto para buscá-la. Repasso todas as atividades daquele dia com ela, tudo que vamos fazer. Pode não adiantar nada, mas também pode estabelecer um vínculo de comunicação entre minha filha e eu que nunca mais vai se desfazer!

Outra opção, de uma dica que recebi de uma mãe da yoga, é falar para o bebê dormindo. Confesso que não consegui adotar esse costume. Quando a Marina dorme, fico achando que posso atrapalhar seu sono se ficar falando, ou acordá-la, ou simplesmente esqueço.

Mas, acordadas, batemos altos papos! Sobre tudo!